terça-feira, 21 de junho de 2011

Doutores da rua - Ações que podem mudar a vida do próximo

O mendigo que bate na janela do carro e pede esmola pode sofrer da mesma pressão alta do motorista que fecha o vidro.

A hipertensão que prejudica ambos, no entanto, tem formas diferentes de ser vista. No morador de rua, ela é invisível, apesar de ser duas vezes mais incidente do que na população geral.

Para mudar isso e ajudar moradores de rua a ter mais saúde e qualidade de vida, Marivaldo, José Hilmar, José Carlos e Manoel dedicam um pouco do seu tempo andando pelas ruas de São Paulo para cuidar desses pacientes.



Na verdade, nenhum deles é médico. Eles se transformaram em doutores da rua porque também já dormiram ao relento, passaram frio e sabem que tudo fica em segundo plano, inclusive a saúde, quando não se tem casa para morar.

Todos viveram a experiência de viver nas ruas e hoje trabalham para ajudar sem-tetos a cuidar da saúde e prevenir doenças.

O trabalho consiste em andar pelas ruas e simplesmente conversar com os moradores de rua. Escutar suas histórias e problemas. Depois, eles fazem uma ficha médica e os convencem a ir ao posto médico ou ao hospital. Muitos sem-tetos passam pela primeira consulta de suas vidas.

“É uma forma de ajudar a reinserir essas pessoas na sociedade. As pessoas não olham para os moradores de rua. Eu também não reparava neles até me tornar um. Eles também precisam cuidar da saúde, mas tem vergonha ou medo de procurar os hospitais. Sem casa, eles não têm com quem conversar, não sabem como pedir ajuda. Cuidar da saúde é um primeiro passo para ajudá-los a reconstruir a vida”, afirma um dos agentes de saúde, que depois que conseguiu sair das ruas, voltou a estudar e hoje faz faculdade de Assistência Social.

Algumas pessoas dedicam o pouco que sabem para fazer do mundo um lugar melhor. 

O que você faz?

Fonte: 365diasqueacalmaramomundo.zip.net

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Você quer mudar o mundo? Pare de falar e comece a agir.

Sei que todo tipo de consideração prática torna este conselho difícil de ser seguido. Podem existir empréstimos a serem pagos, a necessidade de pedir a opinião de amigos e da família e também o desejo de elaborar um sério plano de trabalho. Não estou dizendo que não deva fazer essas coisas – só que não deve perder muito tempo com elas, ou perderá o momento. 

O risco é maior porque muita gente vai tentar convencê-lo a desistir de seu sonho, argumentando que isto ou aquilo pode não dar certo. Poucos são capazes de torcer por você dizendo: “Pode contar comigo”. Quanto mais tempo você gasta olhando para o umbigo, mais tempo dá para que essas forças gravitacionais negativas o mantenham aprisionado.

Como exemplo, eu citaria nosso trabalho no Sri Lanka. Convoquei a junta de diretores para uma reunião de emergência ao telefone. Estávamos todos unidos no desejo de ajudar as vítimas do tsunami, mas ainda com medo de mergulhar em algo tão novo. Depois de argumentar a favor de iniciar as operações da Room to Read no Sri Lanka, houve um coro tentando me convencer de que não poderíamos fazer isso: 

“Não temos nenhuma equipe lá”
“A Room to Read não está autorizada a trabalhar no Sri Lanka”
“Já estamos ocupados demais com os nosso cinco países”
 


E depois da argumentação de que “se quiséssemos tomar esta decisão, teríamos que fazer um estudo de três meses da situação para então decidir”, a cartada final de um dos voluntários fez com que eu aplaudisse silenciosamente: 

“Jenny, com todo o devido respeito, se em 1998 John tivesse decidido fazer um estudo de três meses da situação do Nepal, provavelmente jamais teria fundado a Room to Read. O estudo revelaria tantos e tão terríveis obstáculos que ele teria ficado pessimista e nenhuma das grandes realizações dos últimos seis anos teria acontecido. Acho que devemos ir em frente, conscientes, é claro, de que encontraremos obstáculos, mas confiando que nossa equipe saberá superá-los.”

Se você quer fazer alguma coisa pra transformar o mundo num lugar melhor, não se concentre nos obstáculos. Não peça autorização. Mergulhe de cabeça

          

             O texto que você leu foi escrito por John Wood, fundador do Room to Read e autor do livro  "Sai da Microsoft para mudar o mundo”. Aos 35 anos de idade, John decidiu abandonar sua carreira para trabalhar exclusivamente com o Room to Read, ajudando crianças ao redor do mundo. Mesmo com todas as dificuldades, ele insistiu nesse sonho e hoje John tem seu trabalho reconhecido. Pessoas como ele fazem a diferença, é só querer.
Pare de falar e tome uma atitude! O primeiro passo é sempre mais complicado, mas fica tudo mais fácil depois!

 Quer saber mais? acesse o link! http://www.roomtoread.org/

Fonte: Sai da Microsoft para Mudar o Mundo - John Wood

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Por que você é voluntário?



Muitas pessoas simplesmente não param para pensar sobre a motivação que os levaram a engajar-se em um trabalho voluntário. No geral, percebe-se que a doação de tempo e esforço é uma resposta a uma inquietação interior que é levada à prática e uma tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar a realidade, o que leva o indivíduo a lutar por um ideal ou comprometer-se com uma causa.

Do ponto de vista religioso acredita-se que a prática do bem salva a alma; numa perspectiva social e política, pressupõe-se que a prática de tais valores zelará pela manutenção da ordem social e pelo progresso do homem. Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo.

Qualquer um pode ser voluntário, basta boa vontade e responsabilidade! Pintar uma entidade, cadastrar doadores no computador, consertar computadores, ajudar na organização de um evento. Não importa o que você vai fazer, importa que faça de coração. Além disso, não é porque você está ajudando os outros que você será paparicado ou que seu trabalho não possa ser criticado.

O trabalho voluntário exige o mesmo grau de profissionalismo que em uma empresa, se não maior. Existem regras a seguir, por mais meritória a causa, e não desanime se nem todos vibrarem e baterem palmas pelo seu trabalho.

Se identifique com o que você faz, contribua com o que você pode...

Em Lisboa (Portugal) um grupo de universitários está transformando o dia-a-dia de idosos! Os voluntários se transformam em netos de idosos que vivem sozinhos ou não têm muito auxílio da família. Uma vez por semana, eles dedicam um pouco do seu tempo para fazer companhia aos idosos. O pouco de atenção que esses jovens dedicam, é muito para idosos que muitas vezes nem saem mais de casa. Ajuda no combate à depressão e os jovens se sentem como se realmente tivessem adotado um amigo. “O que doamos é afeto”, afirma Paula Brito fundadora do projeto Adote um Amigo.

Se você tem algo para falar, eles estão lá para escutar. Este é o perfil dos voluntários que trabalham no Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização criada há 49 anos para prevenir o suicídio e dar apoio a quem precisa. Qualquer pessoa pode entrar em contato com a ONG, sem precisar se identificar, através do telefone (141), e-mail, chat online (www.cvv.org.br) ou pessoalmente. São 41 postos, cada um com cerca de 50 voluntários, em todos os estados do país. O serviço é 24h e gratuito. Os voluntários têm um simples trabalho: ouvir o outro. “O projeto nos ensina a importância de saber ouvir, com respeito e sem julgamento. Na maioria das vezes, a pessoa que liga para o 141 só quer ser ouvida e nós temos uma satisfação grande em escutar”, afirma um voluntário.

Você sabia que Angélica é voluntária da Movimento Pró-Criança?
Personalidades que são voluntários:
http://www.voluntarios.com.br/personalidades.htm

Quer ser voluntário e não sabe por onde começar?
Encontre uma entidade perto de você:
http://www.voluntarios.com.br/pesquisa.htm

Fonte: voluntarios.com.br / 365diasqueacalmaramomundo.zip.net

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Trânsito e Sustentabilidade

Dando continuidade ao tema que iniciamos na postagem anterior, recebemos a postagem de uma de nossas colaboradoras sobre a sustentabilidade no trânsito.

Mas o que o trânsito tem a ver com sustentabilidade?

Tudo! O trânsito é um dos maiores responsáveis pela emissão de gases na atmosfera, especialmente o carbono nas grandes cidades brasileiras e responsável pelo consumo da metade do petróleo utilizado no País. Gera também um elevado nível de estresse, já que cada vez mais tempo parados em congestionamentos, a velocidade média dos carros na cidade de São Paulo caiu de 30 km/h para 25 km/h. No pico da tarde, a velocidade cai para 15 km/h. A desorganização do trânsito e das ruas ajuda a aumentar o número de acidentes. É evidente a competição entre carros, motos, bicicletas e pedestres. Aqui tentaremos encontrar algumas alternativas que contribuem para uma boa educação no trânsito e por conseqüência reduzem a emissão de gases poluentes.


Você Motorista:
  • Dê carona, quanto mais pessoas no carro, menos veículos nas ruas, menos gases lançados no ar, você ainda poderá economizar no combustível!
  • Ter um carro é questão de necessidade, já que em muitas cidades o transporte público não atende a demanda, mas você sabia que no site do Ibama há um ranking de veículos que são menos poluentes? Antes de comprar sua viatura dê uma olhada: http://servicos.ibama.gov.br/ctf/publico/sel_marca_modelo_rvep.php
  • Respeite a sinalização e lembre que todo aumento de velocidade também é aumento de consumo.
  • Manter checagens e revisões em dia não é frescura, é necessidade. Um carro em bom estado consome menos combustível e diminui o desgaste das peças. Essa “vida útil” maior do seu possante também faz com que você economize (e o meio ambiente agradece).
  • Não estacione em locais proibidos e principalmente onde tem o acesso para pessoas deficientes. Bloquear passagens também contribui para formação de engarrafamentos.

Motoqueiros, entendam que todos tem o mesmo direito de chegar ao local desejado em tempo hábil, por possuírem veículos menores, vocês se espremem entre os carros para avançar. Isso gera multa e aumento de acidentes, conseqüentemente engarrafamentos, na reportagem do NE10 vemos a gravidade e quantidade de mortes causadas por simplesmente falta de educação e paciência.


Você Pedestre, Usuário de transportes públicos e Ciclistas:
  • É comum reclamarmos que os veículos não respeitam os transeuntes, mas você sempre utiliza as faixas de pedestres? As calçadas? Passarelas? Ou se arriscam a atravessar vias em locais que são mais cômodos para você? Você Ciclista deixa o pedestre passar? Respeita o sinal de trânsito? Utilizam as ciclovias? Essas perguntas se fossem respondidas afirmativamente muito do caos existente, não haveria.
  • Os coletores de lixo são para serem utilizados, não são enfeites, caso não os encontre na rua, ou no transporte público guarde o lixo para depositá-lo quando encontrar o local adequado, jogar pela janela com veículo em movimento dá multa e atrapalha os outros motoristas, sua cidade é a extensão da sua casa, cuide dela.


Nós Cidadãos:
  • Temos todo o direito de protestar e exigir mudanças e alternativas para um trânsito mais seguro e “limpo”, só que primeiro temos que mudar nosso estilo de vida, modo de pensar e parar de depositar toda a culpa e ação no governo. Temos que passar a fazer nossa parte, como alertar quem joga lixo nas ruas que existe o local apropriado para o que “não serve” mais chamar atenção para a falta de gentileza onde há pessoas idosas em pé e jovens sentados no ônibus respeitar as passeatas que geralmente protestam por melhores condições de vida e geralmente você está sem paciência em escutar e esperar passar, reflita que essas pessoas também estão lutando pelo seu direito de ter uma vida melhor.
  • No simples ato de respeitar as leis de trânsito e fazer o mínimo todos os dias, teremos mais tempo para tudo.


Pelo Caminho....

O Avanço tecnológico nos ajudará a conseguir o equilíbrio entre a mobilidade e a sustentabilidade, já é fato que os transportes do futuro serão de energia limpa. Cabe a nós, enquanto esse futuro não chega, tomar medidas de preservação do meio e da vida.

Colaboradora
Polyanna Cintra

terça-feira, 7 de junho de 2011

Você já parou para pensar se realmente vale a pena se deslocar de carro nos dias de hoje?

Pensando nisso, a ONG SOS Mata Atlântica criou um projeto "Quem Chegam primeiro".

Funciona assim: Pessoas partem de um ponto comum e com o MESMO destino, no horário de pico, em meios de transporte diferentes (moto, bicicleta, ônibus, metrô e carro). Independente do meio utilizado, todos os participantes devem respeitar as regras de trânsito. O trajeto foi de 15 quilômetros. Os participantes sairam no mesmo horário. O carro ficou em último lugar. Os mais rápidos foram o motociclista e a bicicleta.

Andar de carro está cada vez mais complicado
Os voluntários do projeto afirmam: "Precisamos pensar em maneiras de melhorar o trânsito. Em São Paulo, andar de carro está muito complicado. Um meio de transporte que era pra ser o mais rápido é o mais devagar graças aos congestionamentos. Além de poluir o meio ambiente e estressar as pessoas, andar de carro não está compensando." Será que é somente em São Paulo??

O problema é só a quantidade de carros e a falta de infra-estrutura??

E se as pessoas...
não buzinassem sem necessidade
não ultrapassassem o sinal amarelo
não fechassem os cruzamentos
tivessem mais paciência?

A Seguradora Porto Seguro criou o
movimento Trânsito mais Gentil
A fim de estimular a reflexão sobre o assunto, a Seguradora Porto Seguro criou o movimento "Trânsito mais Gentil"

Os criadores da iniciativa afirmam: "Queremos sensibilizar as pessoas quanto à importância da tolerância e da gentileza no trânsito. É uma mudança de atitude. Quando você muda, a cidade muda. A idéia é resgatar a cidadania dos motoristas”. O site possui ações de conscientização e vídeos engraçados sobre o assunto. 


O assunto está dando o que falar, e a Fiat também entrou na brincadeira! Programas de Educação no Trânsito desenvolvidos para jovens e adultos servem como ferramenta para conscientizar pedestres, passageiros e futuros motoristas sobre a importância de atitudes cidadãs e voltadas para o bem-estar da coletividade. 

O Direção Segura, atual programa de educação no trânsito desenvolvido pela empresa, compromete-se à difusão de conhecimentos capazes de gerar novas atitudes e comportamentos ao volante. O site possui algumas dicas sobre comportamento no trânsito.

É fácil culpar as autoridades, as leis ou os outros pelo caos no trânsito. Mas cada um precisa perguntar honestamente o que pode fazer para melhorá-lo. O mais provável é que você descubra que as mudanças que precisa fazer são tão simples como ser mais educado, gentil e respeitar o outro. Se todo mundo descobrir isso, pode acreditar que teremos um trânsito mais sustentável.

Multimídia:

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Das opiniões que decidem o novo Código Florestal

              Na semana do Meio Ambiente, convidamos Romero, que foi membro de finanças da AIESEC Recife em 2008 e hoje é analista socioambiental da Administração Pública, para falar um pouco sobre o novo código florestal. Romero escreveu um texto sensacional para o nosso blog, do qual selecionamos alguns destaques!! Se você ainda não se interessou em saber mais sobre as mudanças, procure se informar... é o seu Brasil.


"Nas últimas semanas muita coisa foi dita e escrita sobre a disputa em torno das alterações na lei 4.771/65, ou o Código Florestal Brasileiro. Agora que o projeto de alteração da lei passou pela Câmara dos Deputados, fica ainda mais difícil colaborar com o debate trazendo algo de novo, uma vez que tanto os ambientalistas quanto cientistas, sobretudo os que escrevem em nome da SBPC, a própria base do governo, a oposição e os ruralistas já dissecaram previamente todas as facetas do documento, cada uma a seu modo.

Se existe um pergunta epistemológica básica, ela é: de onde tu falas? Cada grupo de interesse, mesmo a Academia, possui um referencial para o qual devota seus esforços e posicionamentos. Entender o embate sobre as mudanças no código passa por analisar cada um desses lugares de fala. A partir dessa premissa, este texto tentará realmente acrescentar algo para o leitor raciocinar sobre o debate político, sem repetir o noticiário, sem abrir mão da polêmica.

O governo brasileiro, mesmo com seu código florestal de 1965, dito adequado, realiza uma fiscalização pífia na prática. Tanto no IBAMA quanto nos órgãos estaduais de execução da política ambiental não há servidores em número suficiente. Não obstante as recentes notícias de queda no ritmo de desmatamento da Amazônia e Cerrado, a Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do país, foi suprimida a 457 km² por ano de 2002 à 2008, conforme o IBAMA. Se considerarmos todos os biomas, o país parece ter um pacto de aceleração do desmatamento, e salta para a pejosa marca de 31 mil km² de florestas por ano. Não por outra razão, o Brasil chegou a figurar no Guinness 2005 como o país com maior área desmatada em relação ao seu território. Além disso, de cada 100 florestas desvastadas do mundo, nada menos que 42 eram brasileiras, de acordo com relatório da FAO que analisou o período entre 2000 e 2005.

Três atividades predominam para a construção desse cenário de negligência com o desenvolvimento sustentável: pecuária extensiva, agronegócio e infraestrutura locacional para empreedimentos industriais. A pecuária, diz o INPE, é a maior responsável pelo desmatamento da Floresta Amazônica. Vale salientar que a Amazônia Legal também é constituída de cerrado. Isso significa ser alvo privilegiado para o avanço da fronteira da soja. Há dados que mostram que o avanço desse tipo de agronegócio pode levar ao desflorestamento de 220 mil km² de florestas na América do Sul.  Obviamente uma ameaça direta ao Brasil que se espraia por 48% do continente.


(...) Os grandes movimentos ambientais, hoje, embora mais moderados e conservacionistas, representam um grande grupo de pressão que influencia sensivelmente o comportamento político global. Evidências: Al Gore recebeu o Nobel da Paz em 2007, justificado por suas atividades ambientalistas; Chico Mendes, que avisou em rede difusora nacional que seria assassinado, terminou ganhando recentemente uma minissérie sobre sua morte anunciada (ainda hoje é prática comum assassinar ambientalistas-extrativistas no Norte do país); e a SBPC, que inicialmente, após o primeiro convite da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, negou-se a comparecer para debater as mudanças no famigerado Código, passou a se manifestar, posteriormente, ao lado de grupos ambientalistas financiadores de pesquisas. 

(...) Onde cabe preservacionismo ou mesmo conservacionismo? Não cabe. O orçamento da pasta ministerial de meio ambiente este ano é de aproximadamente 3 milhões de reais apenas (a título de comparação, o superávit primário para o setor público está previsto na LDO 2011 em cerca de 140 bilhões de reais). Contudo, os verdes já se mostraram como fortíssimos cabos eleitorais, dado que o panteão do socialismo real foi derrubado a marretadas em 1989. É impossível pensar em governar sem eles. Ademais, há o senso de justiça consubstanciado nos princípios jurídicos, especificamente os do Direito Ambiental, que encerram os dilemas: como anistiar poluidores diante do Princípio da Responsabilidade? Como liberar as áreas de APP e reservas legais se é dever do Estado fazer cumprir o Princípio da Precaução? A presidenta provavelmente nunca vestiu uma saia tão justa. Até porque, na minha opinião, nem faz o estilo dela. Eis o único fato consumado."

O texto na íntegra você encontra no blog de Romero, com vários links informativos. Merece uma visita!

* Romero escreve no blog http://despertador-br.blogspot.com e é editor do coletivo TheoriaPratica.org . 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Semana do Meio Ambiente

Celebramos esta semana a VII semana do meio ambiente.

Você já entrou em contato com o meio ambiente hoje?


Por quê, não tem paciência?


Pois saiba que as florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU (organização das Nações Unidas) declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas.

Durante o ano de 2011 a ONU criou uma agenda de eventos relacionados à floresta e está hoje (01/junho) na Bahia. Os eventos têm como principal objetivo ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando a todos que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta. Entre eles: a perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas e o incentivo a atividades econômicas ilegais, como a caça de animais.


E se você pensa que maltratar o meio ambiente não afeta você, pense bem!




Não é necessário grandes mudanças para causar impacto . Pequenas atitudes fazem a diferença!
Aprender é mudar posturas - Platão

Fonte: planetasustentavel.abril.com.br